All images copyright Victoria Napier All rights reserved. 

 I set simple rules for myself and then see what happens. Geometric patterns, color combinations, layouts, and shapes simply come about and I follow their lead. In each work,  something unexpected happens; rules set up are broken; problems miraculously solved or not, yet right in their wrongness. I am grateful to be involved in such an engaging process.

Viewing an abstract painting forces one to reach for meaning through one’s senses and feelings rather than through just thinking and logic, though they may help. To really know whether an abstract work is good or not, one needs to just stand in front of the work. Then feel it, and let it speak. How does it feel? Do you feel delight, excitement, alive? To me, then it’s working.

 

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Victoria Valadao Napier, nascida nos Estados Unidos e vivia no Brasil com seu marido, é uma artista de pintura e desenhista formada em Nova York, Boston e Nova Hampshire. Há mais do que 20 anos dedica-se à pintura e desenhos em cor.

“Na pintura abstrata eu exploro forma e cor em relação aos meus sentimentos e idéias. Atualmente estou interessada em formas retilíneas em relação curvilínea que giram em torno de um centro, um labirinto; como o centro evolui, e também a exploração da cor dentro da forma da obra de arte. Concordo quando Josef Albers disse “que a cor é um dos mais misteriosos e imprevisíveis de todos os aspectos da arte”. A criação e utilização de paletas de cores diferentes é uma maneira de dar às minhas pinturas complexidade e profundidade.

Eu lembro observando minha avó pintando. Sempre que viajávamos a via sentada em algum ponto da cidade ou do campo e pintando despreocupadamente até mesmo em meio aos passantes. Minha avo me ensinou a usar aquarelas. Tinha uma abordagem intuitiva e sem medo da cor. Como Paul Cézanne disse: ‘Há uma lógica das cores, e é com isso só e não com a lógica do cérebro, que o pintor deve conformar-se.’ Na faculdade, eu estudei teoria da cor e fiz experimencias práticos.

Depois que me graduei no Curso de Pintura, mudei para a pintura abstrata, influenciada por ter passado o verão na Escola Museu de Boston fazendo um curso onde eu aprendi sobre arte abstrata. Logo após graduar-me em Artes e Letras (UNH ) me mudei para Nova York. Tive um interesse no uso da geometria e nas cores das tradicionais colchas americanas (patchwork) feitos pelos Amish, e comunidades afro-americanas por mulheres sem instruçao. Quando chegar a Nova Yorktornei-me assistente de Miriam Shapiro, uma das pioneiras do movimento feminno de arte da Califórnia de arte nos anos setenta.

Para concluir, talvez possa rotular minhas pinturas como abstrações geométricas, mas elas estão em fluxo constante. Eu gosto de definir regras simples para quadros e depois ver o que acontece. (Eu sempre admirei a artista de Nova York, Mary Heilman quem me inspirou nisso) É uma tarefa interessante, pois quase sempre acabo quebrando regras que estabeleci, mas em cada obra de arte algo inesperado acontece, algum desejo novo surge. Um problema é resolvido. Então, a pintura para mim é um pequeno milagre do que gosto participar.”

 

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